Você nasceu mesmo para ser RICO?

Rico, eu?

Pode perguntar para qualquer pessoa que quiser e ela te responderá – Sim, eu adoraria ser rico! Mas, afinal, você tem vocação para ser rico? O quê seria ser rico? Quanto dinheiro eu precisaria, para de fato eu ser rico e poder ser chamado disso?

Vamos definir riqueza!

De certa forma, ser rico é quando você não precisa mais gastar energia, pois o seu rico dinheiro trabalhará por você. De outro modo, é uma forma de se aposentar, parar de fazer tudo que você faz, pois seu dinheiro será capaz de se reproduzir e pagar toda sua despesa mensal.

O grande lance da riqueza é você poder fazer o que quiser e na hora que quiser sem precisar ficar pensando se pode ou não fazer. É tipo, estar solteiro novamente, ou melhor, voltar a ser criança e se lembrar que a única responsabilidade que tinhamos era passar de ano.

Agora é fato, para sermos ricos, financeiramente falando, você precisa saber como poupar dinheiro e investi-lo de forma correta ao longo de sua vida. Mesmo que você tenha nascido em berço de ouro ou de latão, o importante é como fazer este dinheiro render e trabalhar por você.

Como fazer o dinheiro trabalhar por mim?

1. Aportar sempre!

Mas que xingamento é esse? Aportar? Pera aí, eu preciso de porte de alguma coisa? Quem sabe uma arma! Bom, se você pensou nisso, você está muito longe de ser rico. Aporte, nada mais é do que criar o hábito de guardar dinheiro mensalmente, ou até semanal, aplicando em um investimento para que ele possa render juros e se beneficiando do juros compostos.

2. Saber onde investir

Tão importante quanto aportar, é saber onde colocar o dinheiro. Aqui vem a sensibilidade que temos sobre o dinheiro. Alguns conseguem correr grandes riscos, por grandes retornos, mas outros não conseguem ver seu patrimônio cair nem 1%.

Lembre-se, o risco é totalmente proporcional ao retorno. Você deverá aprender a dividir sua carteira para que grande parte de seu patrimônio esteja com baixo risco e outra pequena parte esteja com o risco mais elevado.

Isso vai variar de pessoa para pessoa, cabe você conhecer o seu perfil de risco.

3. Fazer a gestão do seu patrimônio

Nós temos vários momentos na vida, quando temos vinte anos, quando temos trinta ou quando temos mais de sessenta. Cada periodo tem suas particularidades de risco e devemos ir tirando o pé do acelerador quando formos envelecendo.

Um jovem com pouco mais de vinte anos pode correr mais riscos de perder seu patrimônico do que um senhor com setenta anos, pois ambos tem finalidades diferentes e devem correr menos riscos.

Conclusão

Aporte sempre que puder, seja com qualquer idade que tiver, mas ao envelhecer, corra menos risco, aplique seu dinheiro onde for correr menores riscos.

E nunca se esqueça, seja feliz! A vida é para ser vivida hoje, não amanhã.